No Comboio Descendente

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  1. Jul 03,  · No comboio descendente Vinha tudo a gargalhada Uns por verem rir os outros E os outros sem ser por nada No comboio descendente De Queluz á cruz-quebrada No comboio descendente Vinham todos á janela Uns calados para os outros E os outros sem dar-lhes trela No comboio descendente Da cruz-quebrada a Palmela No comboio descendente Mas que .
  2. No comboio descendente. No comboio descendente. Vinha tudo à gargalhada, Uns por verem rir os outros. E os outros sem ser por nada — No comboio descendente. De Queluz à Cruz Quebrada No comboio descendente. Vinham todos à janela, Uns calados para os outros. E os outros a dar-lhes trela — No comboio descendente. Da Cruz Quebrada a Palmela.
  3. No Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa (Ed. Confluência, Lisboa, ), José Pedro Machado, apesar de referir que o topónimo Estoril é de origem obscura, coloca a hipótese de se tratar de palavra de origem pré-romana alusiva à serra de Sintra, que se consegue vislumbrar a partir daquela vila.
  4. tono: Am D6(9) Am6 D6(9) Am6/C No comboio descendente Am6 D6(9) Am6 Vinha tudo a gargalhada D6(9) Am6 D6(9) Am6/C Uns por verem rir os outros Am6 D6(9) Am6 E os outros sem ser por nada D6(9) Am6 D6(9) Am6 No comboio descendente Am6/C D6(9) De Queluz à Cruz-quebrada (Am6 D6(9)) No comboio descendente Vinham todos à janela Uns calados para os E os sem dar-lhes trela No comboio descendente .
  5. José Afonso - Comboio Descendente (Letra e música para ouvir) - No comboio descendente / Vinha tudo à gargalhada. / Uns por verem rir os outros / E outros sem ser por nada / No comboio descendente / De Queluz à Cruz.
  6. "No Comboio Descendente" Trabalho realizado por: Este poema foi cantado por José Afonso, mais conhecido por Zeca Afonso, que nasceu a 2 de agosto de , em Aveiro, e faleceu a 23 de fevereiro de , em Setúbal. Filipa Alegre Duarte nº 10 6ºI Foi escrito por Fernando Pessoa.
  7. tom: Am D6(9) Am6 D6(9) Am6/C No comboio descendente Am6 D6(9) Am6 Vinha tudo a gargalhada D6(9) Am6 D6(9) Am6/C Uns por verem rir os outros Am6 D6(9) Am6 E os outros sem ser por nada D6(9) Am6 D6(9) Am6 No comboio descendente Am6/C D6(9) De Queluz à Cruz-quebrada (Am6 D6(9)) No comboio descendente Vinham todos à janela Uns calados para os E os sem dar-lhes trela No comboio descendente .
  8. No Comboio Descendente by ZecaReggae, released 02 August No comboio descendente Vinha tudo à gargalhada. Uns por verem rir os outros E outros sem ser por nada No comboio descendente De Queluz à Cruz Quebrada No comboio descendente Vinham todos à janela Uns calados para os outros E outros a dar-lhes trela No comboio descendente .

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